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18 de out. de 2021

Conferência SSU - 26 de outubro


No próximo dia 26/10, terça-feira, às 14h30, teremos a conferência Ethos et intimité en discours. L’expérience paradoxale d’une enquête identitaire ouverte à la décoïncidence.que será proferida pelo Prof. Dr. Pierluigi Basso (Lyon 2)*, no Seminário de Semiótica da Unesp (SSU). A transmissão será via YouTube e os certificados serão atribuídos via inscrição no formulário de presença, que será disponibilizado no chat durante o evento.


Ethos et intimité en discours. L’expérience paradoxale d’une enquête identitaire ouverte à la décoïncidence

Notre intervention vise à caractériser de manière contrastive la présentation de soi (éthos) et la vulnérabilité du moi, l’une étant à comprendre comme l’élaboration fictive d’une image stratégique et l’autre comme la thématisation d’un ancrage irrécusable dans un corps qui revendique alors une identité. Le discours est ainsi le meilleur partenaire pour les tentations extrémistes de l’image et de l’identité et, en même temps, un démystificateur sans merci. Il aide à prédiquer des fondements subreptices des images et des identités (mythologies de l’ego), fondements qu’il ne possède pas lui-même, et à la fois il participe largement à leur déconstruction critique. Ces paradoxes créés par le discours, en qualité d’agent double, ne peuvent qu’être au cœur des tensions qui traversent et qualifient la subjectivité énonciative. Ensuite, le sens discursif a deux « chambres » d’incubation et d’éclosion du sens : l’environnement social et l’environnement psychique. Or, ces environnements ont besoin d’échanger constamment les valeurs élaborées d’un côté ou de l’autre, ce qui montre des processus d’« extériorisation » de l’intime (extime) et d’« intimisation » du sens institué publiquement (sensibilisation). Ces transpositions des valeurs et de significations sont assurées par des médiations linguistiques et des élaborations discursives, ce qui mérite alors une enquête sémiotique de l’intimité comme construction énonciative. Tout dispositif énonciatif est « allocentré » étant donné qu’il contient une structure d’adresse, ce qui suggère que même le monologue le plus intime divise des instances subjectives, en affichant ainsi une appropriation problématique de soi et une vocation à la décoincïdence. Le paradoxe est que l’intime cherche à s’approprier soi-même car il ne s’appartient pas. Mais dans ce mouvement imperfectif et inachevé, il invite aussi d’autres profils identitaires à émerger en tant que revendications d’une disponibilité de valeurs propres et « inéchangeables ».


*Nota biobibliográfica: Pierluigi Basso Fossali est professeur en Sciences du langage à l’Université Lumière Lyon 2 et directeur du laboratoire ICAR (UMR 5191) à l’ENS de Lyon. Actuellement, il est coordinateur du Séminaire International de Sémiotique à Paris, Président de l’Association Française de Sémiotique, Vice-président de la section 07-Sciences du langage au CNU. Une synthèse de ses positions théoriques est disponible dans la monographie Vers une écologie sémiotique de la culture. Perception, gestion et réappropriation du sens (Limoges, Lambert-Lucas, 2017). Ses recherches s’inscrivent à l’intérieur d’un projet de sémiotique des cultures qui vise à articuler trois approches épistémologiques : (i) l’étude des relations entre médiations linguistiques et expérience perceptive, (ii) l’analyse des stratégies énonciatives et figuratives des textes et (iii) l’attestation et la description des pratiques de création et d’interprétation d’objets culturels par rapport à des institutions de sens spécifiques (domaines). En ce sens, son projet scientifique est unitaire et se développe sans discontinuité depuis la publication du livre Il dominio dell’arte (Roma, Meltemi, 2002). Parmi les initiatives éditoriales les plus récentes, on peut rappeler la direction du numéro 206 de Langue française (2020) et du numéro 221 de Langages (2021), consacrés à une linguistique et à une sémiotique du discours programmateurs, aussi bien que la direction de l’ouvrage Créativité sémiotique et institution du sens dans la dialectique entre l’individuel et le collectif (Limoges, Pulim, 2021) et celle des Actes du Congrès de l’Association Française de Sémiotique (Lyon, 2019), (Dés)Accords. À la recherche de la différence propice (2021).

20 de set. de 2021

Conferência SSU - 28 de setembro


No próximo dia 28/09, terça-feira, às 14h30, teremos a conferência Buscando semiotizar a justiça: entre a força da lei e interstícios para a coexistência.que será proferida pela Profa. Dra. Elizabeth Harkot-de-La-Taille (USP)*, no Seminário de Semiótica da Unesp (SSU). A transmissão será via YouTube e os certificados serão atribuídos via inscrição no formulário de presença, que será disponibilizado no chat durante o evento.


Buscando semiotizar a justiça: entre a força da lei e interstícios para a coexistência.

Neste estudo, dedico-me a analisar e contrastar, do ponto de vista da semiótica discursiva, o percurso básico assumido por a) a Justiça Retributiva e b) a Justiça Restaurativa, tendo com focos principais o lugar e o papel de todas as partes e sanções atinentes aos polos vítima e agressor(a). Nosso sistema de justiça privilegia a lógica da retribuição, daí a colocação “Justiça Retributiva”. Se A é vítima de B, se A sofreu dor, dano ou prejuízo em consequência da ação de B, A ou seu representante podem recorrer ao Estado para buscar justiça. Justiça será feita se/quando B receber uma punição compatível com sua ação danosa a A. A punição principal varia do ressarcimento pecuniário à privação da liberdade, o encarceramento. No caso da Justiça Retributiva, ao buscar a Justiça (instituição), A delega ao Estado todo o poder sobre o que gravita em torno do conflito causado por/em torno da ação de B. O Estado se torna executor, sujeito-do-fazer por excelência, mediante os papeis de advogado e promotor, imbuídos do sistema de valor - as leis em vigor – para analisar o caso, cada parte por sua perspectiva. O juiz é o guardião do sistema axiológico, o representante do Destinador, a decidir a sanção. Ofensor e vítima, sujeitos do agir e do sofrer, inicialmente, migram para a posição de objetos do sistema e nada mais têm a dizer; podem apenas esperar a conclusão. Outro modo de se conceber justiça, para causas que não atinjam graus máximos, como o assassinato, é defendido pela Justiça Restaurativa, também referida como JR. No contexto da JR, A, a vítima quer (condição necessária, nada acontece se a vítima não o quiser) encontrar B, o ofensor, a fim de buscar entender suas motivações e as bases dessas motivações. Ao buscar a JR, A estabelece no Estado (Justiça como instituição) um coadjuvante. Mantém-se integralmente sujeito de seu percurso, podendo retirar-se da investida em contato com B a todo momento. Nesta apresentação, baseio-me, como eixo, em dois percursos reais completos em torno de roubo de um celular. O primeiro, pelos critérios da Justiça Retributiva, e o segundo, pelos da Justiça Restaurativa. Os resultados de cada um (perda de liberdade de B, no primeiro, desejo de autotransformação de B e de reparação, no segundo) orientarão e demonstrarão com clareza a pertinência da comparação e do contraste entre os tipos de justiça abordados neste estudo.


Palavras chave: sujeito semiótico; Justiça Retributiva; Justiça Restaurativa; lei da força; coexistência.


*Nota biobibliográfica: Professora Livre-Docente do Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo (2013), graduou-se em Letras pela mesma universidade (1986), obteve Metrado (1990) e Doutorado (1996) em Semiótica e Lingüística Geral, também pela Universidade de São Paulo, e fez pós-doutoramento junto à Université de Liège (2011-12), sob a supervisão do Prof. Jean-Marie Klinkenberg. Foi professora da PUC-SP entre 1990 e 2006. Docente da Universidade de São Paulo desde 2006, dedica-se à pesquisa nas áreas de Língua Inglesa e Semiótica, pela perspectiva teórica da Semiótica Discursiva, e atua principalmente nos temas: construção discursiva da identidade, estereótipos culturais, imagens de si, paixões e interações sociais, aspectos retóricos e papel de componentes sensíveis no processo de significação.

19 de ago. de 2021

Conferência SSU - 31/08






No próximo dia 31/8, terça-feira, às 14h30, teremos a conferência L’expérience de la répétition : la réplique, le déjà-vu, l’Ersatz, que será proferida (em francês) pelo Prof. Dr. Massimo Leone (Università di Torino)*, no Seminário de Semiótica da Unesp (SSU). A transmissão será via YouTube e os certificados serão atribuídos via inscrição no formulário de presença, que será disponibilizado no chat durante o evento.


L’expérience de la répétition : la réplique, le déjà-vu, l’Ersatz

Au cours des derniers années, la sémiotique a de plus en plus réfléchi sur l’expérience. De plus en plus, les textes, tous seuls, se montrent un cadre étroit pour le développement d’une compréhension complète du sens. L’ambition de la sémiotique était de comprendre comment le sens émerge in vivo, de la vie et de ses pratiques. Néanmoins, le passage de la sémiotique textuelle à une sémiotique de l’expérience conduit chez cette dernière à une attitude typique de la première : privilégier ce qui est nouveau, l’émergence de nouveaux signifiés, l’éveil de la créativité dans le domaine du langage. L’expérience, cependant, n’est pas seulement de la nouveauté. C’est aussi de la répétition. Il est peut-être vrai que nous ne nous baignons jamais deux fois dans le même fleuve, mais l’expérience de se baigner dans le fleuve peut être très répétitive. La conférence cherchera à développer une sémiotique de l’expérience répétitive, basée sur l’abondante littérature déjà produite sur la répétition (Umberto ECO in primis). Que se passe-t-il lorsque « nous presque faisons la même chose » ? Cette question sera répondue par rapport à trois cas paradigmatiques de l’expérience répétée : l’objet répétitif (la réplique), le temps répétitif (le déjà-vu) et l’espace répétitif (l’Ersatz).


*Nota biobibliográfica: Massimo Leone é professor titular de Semiótica e Filosofia da Linguagem na Università di Torino e professor visitante de Semiótica no Departamento de Língua Chinesa e Literatura da Universidade de Xangai. Massimo Leone é autor de doze livros e mais de quinhentos artigos sobre semiótica, estudos da religião e visualidades.

17 de mai. de 2021

Conferência SSU - 25/05



No próximo dia 25/05, terça-feira, às 14h30, teremos a conferência "Antes da pandemia: memória e identidade numa perspectiva semiótica", que será proferida pela prof.ª Dr.ª. Mariana Luz Pessoa de Barros (UFSCAR)*, no Seminário de Semiótica da Unesp (SSU). A transmissão será via YouTube e os certificados serão atribuídos via inscrição no formulário de presença, que será disponibilizado no chat durante o evento.


Antes da pandemia: memória e identidade numa perspectiva semiótica

Em termos semióticos, a pandemia chegou como um acontecimento, chegou antes que estivéssemos preparados, como indivíduos e sociedade; chegou de forma tônica, como um golpe; chegou nos retirando da passagem regular do tempo ou ainda suprimindo o espaço. Esse evento terrível e paroxístico, ao contrário das expectativas iniciais e do que se nota em discursos negacionistas, ganhou longevidade. O que acontece com a identidade quando a excepcionalidade se torna duradoura? Qual é o lugar da memória num momento como o que vivemos? Essas são algumas das questões sobre as quais procuraremos refletir nesta conferência, sem a pretensão de esgotá-las. Nosso intuito é, a partir de textos diversos, como relatos, fotografias, curtas, postagens, observar o modo como a memória de hábitos e de experiências anteriores à pandemia – e aqui retomamos as noções de memória-hábito e de imagem-lembrança (Bergson, 1896) – é reconstruída ao longo da própria pandemia e seu papel na manutenção ou dissolução de identidades.


*Nota biobibliográfica: Mariana Luz Pessoa de Barros é docente do Departamento de Letras da Universidade Federal de São Carlos e líder do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Semiótica. É mestre (2006) e doutora (2011) em Semiótica e Linguística Geral pela Universidade de São Paulo, realizou estágio de doutoradosanduíche na Université Paris 8, e possui pósdoutorado em Linguística (2016) pela Universidade de São Paulo. Entre suas publicações, encontram-se o livro O discurso da memória: entre o sensível e o inteligível (2012) e artigos sobre semiótica, tempo, memória e autobiografía.

E-mail: maluzpessoa@gmail.com

9 de nov. de 2020

Conferência com Juliana Di Fiori Pondian - 19/11

No próximo dia 19/11, quinta-feira, às 14h30, teremos a conferência "Da letra ao livro: Uma abordagem grafemática", de Juliana Di Fiori Pondian (USP/Fapesp), no Seminário de Semiótica da Unesp (SSU). A transmissão será via YouTube e as inscrições aqui

Segue o resumo de nossa conferência e a biografia de Juliana Di Fiori Pondian: 

RESUMO: 

DA LETRA AO LIVRO: UMA ABORDAGEM GRAFEMÁTICA

Na tradição dos estudos linguísticos, a língua escrita foi por muito tempo considerada mero sistema de representação da língua falada. No entanto, diversos objetos semióticos, sobretudo a literatura produzida desde o início do século XX (vanguardas, concretismo, espacialismo, poema/processo, etc.), vêm a todo momento desafiar esse princípio, tornando esse “sistema de representação” o próprio objeto e objetivo da composição, investindo significado na língua escrita via disposição na página, tipografia, entre outros recursos gráficos.

Diante desse panorama, discutiremos o estatuto da língua escrita no campo da linguística estrutural e da semiótica a fim de estabelecer princípios e unidades operatórias para seu estudo no âmbito de uma Teoria Grafemática. O estabelecimento dessas bases visa ao estudo do plano da expressão gráfico, a fim de abordar textos em que a materialidade da língua escrita participa ativamente na construção do sentido, desde a exploração da letra em si mesma até os modos de composição visual da página e a própria materialidade do livro enquanto objeto.

MINIBIO

Juliana Di Fiori Pondian é pesquisadora nas áreas de linguística, semiótica, tradução, poesia e literatura, com diversas publicações, cursando atualmente pós-doutorado no Departamento de Letras Modernas da Universidade de São Paulo. Tradutora de línguas clássicas e modernas, publicou em parceria com Daniel Miranda a primeira tradução brasileira do KamaSutra direta do sânscrito; e se dedica hoje à compilação de uma antologia de poesia visual, desde a antiguidade aos dias atuais, traduzida em português. Em 2018, fundou a Syrinx – Biblioteca de Invenção, editora voltada unicamente à publicação da tradução-arte, onde coordena diversos projetos associando o processo editorial à tradução da literatura experimental.


15 de out. de 2020

Conferência com Thomas Bronden - 22/10


No próximo dia 22/10, quinta-feira, às 14h30, teremos a conferência La réception internationale de l’œuvre d’A. J. Greimas, de Thomas Broden (Purdue University), no Seminário de Semiótica da Unesp (SSU). A transmissão será via YouTube e as inscrições aqui

Segue o resumo de nossa conferência e a biografia de Thomas Broden:

Thomas Broden, Purdue University

La réception internationale de l’œuvre d’A. J. Greimas

Conférence dans le Séminaire de Sémiotique du Groupe de Recherches en Sémiotique de l'Unesp à Araraquara, São Paulo, Brésil, sous la direction du Pr Jean Cristtus Portela

22 octobre 2020 à 14h30 (horaire du Brésil) sur google Meet

Cette étude de cas dans l’histoire des sciences du langage s’inscrit dans la perspective méthodologique de l’histoire intellectuelle qui insiste tant sur les conditions sociohistoriques qui informent la création d’un nouvel usage cognitif (Müller 2003, Shapin et Schaffer 1985) que sur les modalités de sa dissémination et de sa transformation au-delà du lieu et moment de son élaboration initiale (Charle, Schriewer et Wagner 2004, Raj 2010, Secord 2004). Notre intervention analyse l’impact international d’A. J. Greimas (1917-1992) et son œuvre en étudiant des pratiques de communication, de déplacement et de traduction. Les missions scientifiques menées par le linguiste et sémioticien à l’étranger, le nombre et la provenance des étudiants étrangers inscrits dans son séminaire à Paris et la chronologie et la géographie linguistique des traductions effectuées de ses travaux aident à tracer, à évaluer et à expliquer la diffusion et le développement mondial de ses idées. Son projet a inspiré des appropriations distinctives et parfois des structures institutionnelles dans nombre de contextes culturels et linguistiques, notamment romans, anglo-américains, germaniques, slaves, lituanien et de l’Asie de l’Est. L’histoire des relations entre la France et d’autres états de même que le statut de la langue française dans chaque société influencent, favorisent ou empêchent les réponses à ses propositions. Une conclusion fait le bilan général de l’importance relative jouée par le contact personnel, le contexte sociohistorique et le statut sociolinguistique et didactique du français pour la réception mondiale de Greimas. En plus des travaux scientifiques publiées, ce travail s’appuie sur des documents archivistiques ainsi que sur nos entretiens et communications personnelles avec des traducteurs et des éditeurs, avec Greimas et ses collaborateurs et avec des spécialistes des différentes cultures étudiées.

Thomas Broden est professeur titulaire de français et de littérature comparée à Purdue University (États-Unis). Il est membre du Conseil d’administration et responsable des délégués internationaux de l’Association Française de Sémiotique et ancien Président de la Semiotic Society of America. Ses recherches portent sur la sémiotique, l’histoire de la linguistique, la littérature française moderne et la mode comme phénomène culturel. Il a dirigé la publication de la thèse de doctorat d’A. J. Greimas, La mode en 1830 (avec Françoise Ravaux-Patrick, PUF, 2000) et, avec Stéphanie Walsh Matthews, des numéros spéciaux de Semiotica nos 214 et 219 (2017) consacrés à la sémiotique romane et (post)greimassienne. Il a publié une centaine de travaux scientifiques dans des revues et des ouvrages collectifs tels que Semiotica, Historiographia linguistica, Encyclopedia of Language and Linguistics (Elsevier), American Journal of Semiotics, History of Continental Philosophy (Acumen), RSSI, Protée, Yearbook in Comparative and General Literature, International Journal of Communication, Sign Systems Studies, Escritos, Tópicos del seminario, Semiotika, Colloquia, Lituanus, EC, Cervantes, etc. Le Professeur Broden prépare actuellement une biographie intellectuelle de Greimas.


28 de jan. de 2019

Colóquio Internacional “Linguagens sincréticas: novos objetos, novas abordagens teóricas” - 30 a 31/01/2019, FCLAr, Anfiteatro E


O Colóquio Internacional “Linguagens sincréticas: novos objetos, novas abordagens teóricas”, que acontecerá nos dias 30 e 31 de janeiro de 2019 na Faculdade de Ciências e Letras da Unesp de Araraquara, será consagrado ao estudo semiótico teórico e aplicado da combinação de diferentes linguagens (verbal, visual, sonora, gráfica, pictural, fotográfica, espacial, etc.) na construção de objetos contemporâneos como as inscrições e as intervenções urbanas, a história em quadrinhos, a mídia, a divulgação científica e a poesia visual, entre outros, preferencialmente em abordagem comparativa Brasil/Bélgica.

O colóquio é uma atividade do projeto bilateral Sprint Fapesp/FNRS Semiotic Approaches to Syncretic Discourses (processo Sprint Fapesp/FNRS n. 2016/50473-0), em parceria da Unesp com a Université de Liège (Bélgica), sob a responsabilidade de Jean Cristtus Portela (Unesp) e Maria Giulia Dondero (FNRS/ULiège), e dará continuidade aos trabalhos iniciados na Journée d’études “Les langages syncrétiques: vers une approche énonciative et matérielle”, realizada na Université de Liège, em outubro de 2017, por M. G. Dondero (FNRS/ULiège), S. Badir (FNRS/ULiège), J.-P. Bertrand e F. Provenzano  (ULiège).

A inscrições para participação como ouvinte podem ser feitas até 29/01/2019 (40 vagas, entrada franca):

Os resumos das comunicações podem ser consultados abaixo.


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Colóquio Internacional “Linguagens sincréticas: novos objetos, novas abordagens teóricas”
Projeto Bilateral Sprint Fapesp/FNRS, Unesp/Université de Liège
30 e 31 de janeiro de 2019, FCL/Unesp, câmpus de Araraquara - Anfiteatro E


R E S U M O S



Os sincretismos constitutivos e potenciais do plano de expressão: um estudo da poesia brasileira contemporânea

Antonio Vicente Seraphim Pietroforte (USP)

A poesia circula entre seus coenunciadores, predominantemente, por meio de livros, realizando-se, desse modo, em uma semiótica que parece explicitamente verbal. Escrita nos livros, essa poesia se presta a análises centradas no plano de conteúdo, pois, lida em silêncio, ela aparece muda. A poesia, porém, é expressa em formas prosódicas e fonológicas, o que a aproxima das semióticas musicais, ao menos ritmicamente, por meio dos pés de versos, e sonoramente, por meio de rimas, aliterações e assonâncias. Uma vez estabilizadas formas prosódico-fonológicas, elas também implicam, de modo menos explícito, relações espaciais, marcadas pela regularidade seja dos pés de verso, seja da disposição sistemática de rimas, aliterações e assonâncias, seja pela combinação de ambas. Há, por isso mesmo, sincretismo musical e visual, mesmo que potencialmente, em semióticas, em princípio, apenas consideradas verbais. Com base nesse questionamento e no estudo de alguns casos da poesia brasileira contemporânea, nossa comunicação encaminha-se para uma concepção sincrética de todo plano de expressão, buscando superar alguns problemas de epistemologias baseadas no sincretismo entre diversas semióticas, com códigos específicos, além de propor uma análise gerativa do plano de expressão inspirada no modelo musical da estética da sonoridade, proposto por Didier Guigue, professor de música da Universidade Federal da Paraíba.

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Textos de divulgação científica na revista Pesquisa Fapesp

Arnaldo Cortina (Unesp/CNPq)

Este trabalho tem por objetivo examinar a constituição verbo-visual dos textos publicados na revista Pesquisa Fapesp, que tem o intuito de difundir para o público geral resultados de pesquisas desenvolvidas em âmbito internacional e nacional, principalmente no que se refere às universidades brasileiras ou do estado de São Paulo. As reportagens da revista trazem sempre informações científicas acompanhadas de elementos visuais que pretendem dar um contorno mais didático para as informações. Procuraremos verificar como se dá, portanto, a relação entre os elementos verbais e os visuais na configuração dos textos das reportagens.

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Représentation diagrammatique des rapports symboliques dans les preuves logico-mathématiques

Bruno Leclercq (Université de Liège)

Du fait de leur bidimensionalité, diagrammes et graphes permettent de figurer dans l'espace des rapports formels complexes et pluridimensionnels structurant des domaines abstraits tels qu'on les trouve dans la pensée logico-mathématique. C'est la raison pour laquelle ils accompagnent régulièrement les symboles linguistiques dans les preuves logico-mathématiques. A partir d'exemples concrets de différents modes de démonstration en logique des prédicats, nous tâcherons toutefois de montrer que cet avantage de bidimensionnalité sert moins à figurer iconiquement les rapports abstraits eux-mêmes qu'à figurer les rapports formels entre symboles qui représentent ces rapports abstraits.

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A transversalidade das categorias tensivas no tratamento da expressão

Carolina Lindenberg Lemos (UFC)

Na busca por categorias que pudessem dar conta do aspecto mais fluido e contínuo do sentido, Zilberberg (2011; 2012; entre outros) importa elementos advindos da expressão musical e atribui-lhes amplitude e generalidade na formulação tensiva. Em outra ocasião (LINDENBERG LEMOS, 2010; 2016), na esteira de Tatit (2007), investigamos de que maneira as categorias tensivas são subjacentes às categorias semissimbólicas. Esses estudos não somente criam as condições para um tratamento menos ad hoc das relações entre expressão e conteúdo, como também oferecem a possibilidade de analisar ambos os planos da linguagem com as mesmas categorias. Nesta fase da pesquisa, propomos estender o emprego das categorias tensivas para tratar transversalmente as diferentes linguagens de manifestação envolvidas nos objetos sincréticos. Dessa forma, o uso de um ferramental único para tratamento das diferentes substâncias da expressão permite levantar, por exemplo, a questão de se a análise aponta para uma convergência ou para um conflito entre as diferentes linguagens; e, como no semissimbolismo, se o resultado da análise da(s) expressão(ões) gera cifras convergentes ou conflituosas com a cifra do conteúdo.

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Sincretismo do verbal e do visual nos textos na internet: questões de temporalização e de espacialização

Diana Luz Pessoa de Barros (Mackenzie/USP/CNPq)

Nesta exposição, o objetivo é examinar a programação temporal dos textos sincréticos de verbal e de visual na internet. A caracterização dos discursos na internet pelo sincretismo e pela complexidade concessiva entre fala e escrita, que propomos em vários estudos, explicam o interesse e a necessidade de se examinar a programação textual desses textos. A exposição está organizada em duas partes; a primeira sobre a programação textual, em que são apresentados os conceitos semióticos de texto e de plano da expressão; a segunda sobre a programação dos textos na internet, em que são examinadas as decorrências do sincretismo entre o verbal e o visual na programação desses textos. Foram analisados casos de programação textual no WhatsApp, no Jornal Online e no Facebook. Entre os resultados obtidos deve ser salientado que os textos na internet, em decorrência da complexidade entre fala e escrita e, portanto, do sincretismo verbo-visual, são tecidos de muitos fios temporais: o da organização temporal do discurso; o da programação sonora linear do tempo e o da organização visual e, portanto, espacial do tempo. O último caso é uma embreagem heterocategórica, em que a programação espacial produz o sentido de organização também temporal. 

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Intersemiótico: imagem/texto

Elizabeth Harkot-de-la-Taille (USP)
Juliana Di Fiori Pondian (USP)

Será apresentado o conceito de Francis Edeline de Intersemiótico, conjugando as linguagens verbal e visual, ou, mais especificamente, o movimento que as faz evoluir em uma ou outra direção, a transmigração da imagem em texto e vice-versa, a partir de objetos específicos. Edeline traça o percurso que leva de uma semiótica a outra e vai do mandala (dotado de uma visualidade que se manifesta estruturalmente como texto) ao poema visual (texto que se converte em imagem), tendo como graus intermediários o brasão, o caligrama, o poema semiótico, o monograma, o poema letrista, a tatuagem, o yantra, o rébus, as letras capitais medievais e os alfabetos hieroglíficos. A partir das proposições de Edeline, serão observados alguns exemplos da intersemioticidade na poesia visual, justamente um entre-lugar já classificado como Intersemiótico, Sincrético, Híbrido, Multimodal, Intermedia, entre outras denominações que evocaram a pergunta (título de livro-poema) de Arnaldo Antunes: Como é que chama o nome disso?

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Syncrétismes urbains: typologie rhétorique des inscriptions de rue

François Provenzano (Université de Liège)

Le propos défendra l’hypothèse selon laquelle le cadre urbain est un opérateur de syncrétisme, c’est-à-dire une configuration à la fois sociale et spatiale qui favorise les mises en tension de systèmes sémiotiques différents. Cette hypothèse puisera notamment aux sources des essais de Benjamin et de Kracauer, ainsi qu’aux apports plus récents de la linguistique interactionniste dans les études urbaines (Mondada). Elle sera mise à l’épreuve du cas des inscriptions de rue, dont nous proposerons une typologie rhétorique, attentive aux positions énonciatives qu’elles mettent en jeu, aux formes de conflictualité qu’elles scénarisent (ou au contraire qu’elles lissent), aux matérialités qui les supportent, et aux modes d’institutionnalisation qui s’y appliquent.

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O retrato como estratégia de humanização no jornal impresso

Matheus Nogueira Schwartzmann (Unesp)

O objetivo de nosso trabalho é discutir as estratégias enunciativas envolvidas na construção da(s) identidade(s) e do(s) corpo(s) de vítima(s) de violência, em uma reportagem publicada no Caderno “Cotidiano”, do jornal diário Folha de São Paulo. De modo geral, matérias com tal conteúdo no Caderno “Cotidiano” valem-se de recursos sincréticos que levam ao apagamento da identidade das vítimas. Tais recursos incluem, frequentemente, o uso de infográficos, ilustrações e fotografias panorâmicas ou desfocadas, que, quando o fazem, revelam apenas parcialmente cenas do crime e os corpos dos sujeitos citados na matéria. Ao contrário do que acontece em veículos de mídia ditos sensacionalistas, a Folha de São Paulo parece adotar uma evidente estratégia de dessensibilização, que por sua vez promove um processo de desumanização das vítimas, tornando o fato mais palatável para um jornal diário, distanciando a realidade violenta narrada na matéria da vida cotidiana do enunciatário-leitor. É por essa razão que o emprego do retrato de uma vítima, em matéria de novembro de 2017, nos chama a atenção: trata-se de uma estratégia que vai, pouco a pouco, reconstruir uma história de vida, um corpo, uma classe social, levando a um procedimento de ressensibilização à violência. Tal estratégia, que tem no uso do retrato, como queremos crer, o seu ponto de partida, leva a um processo de identificação e de aproximação entre a imagem da vítima e a própria imagem do enunciatário-leitor do jornal, culminando em um inusual procedimento de humanização. 

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Sincretismo, sinestesia, profundidade
                                                                   
Norma Discini (USP)

Atentando para pinturas contemporâneas, sobre as quais são inscritos enunciados verbais, examinaremos essa semiose plástica peculiar – com vistas a descrever como o sincretismo evolui para a sinestesia. A partir daí descreveremos como se esboçam, no interior dos quadros, diferentes estratos de profundidade para a instalação do observador-contemplador. Concebendo a sinestesia não restrita a uma figura de retórica, mas como operador da sensibilidade estética, verificaremos quais são os recursos sincréticos que, incorporados à sinestesia, promovem aumento da emoção e fortalecimento da tonicidade do sentir na percepção da própria estesia. Para isso, tomaremos como apoio: a) as bases da semiótica discursiva, em especial o estudo sobre o Crer e o saber (um único universo cognitivo), de Algirdas Julien Greimas (2014); b) os desdobramentos tensivos da teoria, em especial o estudo de Claude Zilberberg sobre a sinestesia (2005) e sobre a aspectualização da temporalidade e da espacialidade (2006); o estudo de autoria Sémir Badir, Sur la Profondeur (2009). Como objeto de análise, traremos à luz pinturas de José Antônio da Silva (1909-1996), artista brasileiro classificado como “naïf”: um pintor que imprimiu segmentos verbais na superfície de alguns de seus quadros, a fim de denunciar injustiças sofridas, entre outras frentes apresentadas como advindas da relação dele, sujeito, com o mundo. De outro lado, traremos para análise quadros de León Ferrari (1920 – 2013), especialmente aqueles em que o artista inscreveu frases em braille sobre imagens de santos, colhidas do discurso religioso. Da comparação entre uma estética e outra, um espaço – cotejado entre o deslocamento e a fixidez favorecidos pelo tipo de sincretismo – priorizará estratos mais profundos ou menos para a instalação do actante observador-contemplador. 

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A enunciação sincrética como base da tensão entre o sincretismo e o hibridismo

Renata Mancini (UFF/LabS-SeDi)

Partiremos de uma visão geral do percurso de pesquisa que buscou a aproximação da Semiótica com os Estudos de Tradução e Adaptação, cujos desdobramentos também nos levaram a uma segunda linha de indagação que envolve a formação de linguagens híbridas. Num primeiro momento, apresentaremos alguns parâmetros de análise do processo tradutório pautados pela semiótica discursiva, em seus desdobramentos mais recentes da abordagem tensiva (ZILBERBERG, 2006). A questão de base é a de que uma tradução, (interlingual ou intersemiótica) cria um simulacro de proximidade entre o texto de chegada e o de partida quando preserva certa unidade do modo de enunciar, a despeito das diferenças inerentes aos meios e aos modos de engajamento (HUTCHEON, 2013) envolvidos. O tradutor recria o projeto de partida em um novo ato enunciativo que se estabelece como simulacro (mais ou menos próximo) do ato original. A partir de parâmetros semióticos, com destaque para a definição de um arco tensivo que modula a base sensível sobre a qual se estabelecem as estratégias de textualização - mobilização das categorias de expressão e, no conteúdo, os arranjos narrativos, as dinâmica dos pontos de vista e o direcionamento ideológico/axiológico proveniente de escolhas temáticas e figurativas -, podemos propor o escalonamento das identidades de partida e de chegada, contemplando desde uma identidade forte até uma identidade tênue entre as obras. Entendemos que esta é uma contribuição da semiótica para uma discussão mais produtiva sobre “FIDELIDADE” e para o entendimento da tradução enquanto PROCESSO. Ao entender o arco tensivo da obra de partida como passível de ser redesenhando numa obra de chegada, apesar das coerções que diferentes substâncias de expressão venham a impor, estamos fazendo coro com Fiorin, que na esteira de Floch, propõe que “a sincretização é um mecanismo de enunciação” (FIORIN, 2009). Procuraremos desdobrar essa noção. O foco no processo das traduções intersemióticas e no modo de operar da enunciação sincrética nos levou a um segundo momento da pesquisa, em que o que está em jogo não é apenas a recriação, mais ou menos nítida, da obra de partida em uma obra de chegada subjugada a novas coerções, mas sim a recriação de elementos da linguagem de partida na de chegada, criando a presença, mais ou menos marcada, de uma linguagem na outra. Entender os limites desse processo na construção de linguagens híbridas, a partir da noção de práxis enunciativa, se abre como uma possibilidade de desdobramento das propostas desenvolvidas até o momento. 

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La formation du monde: réflexions sur l’ontologie de la bande dessinée

Sémir Badir (F.R.S.-FNRS/Université de Liège)

Dans cette intervention, nous présenterons douze petites réflexions relatives à l’ontologie de la bande dessinée : 1. Un souvenir d’enfance, 2. Éloge de Stanley Cavell, 3. Oublier la sémiotique, 4. La formation et la représentation du monde, 5. Généalogie de la forme, 6. Nommer, raconter les formes, 7. Excursus sur le récit, 8. Légendes, lettrages, bulles, 9. Mondes parlants et mondes mutiques, 10. Eye-tracking studies, 11. La vecture, 12. L’image fantôme.

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Semiótica verbal como sincretismo: uma hipótese de abordagem

Thiago Moreira Correa (USP)

A consideração de diversas substâncias para uma mesma forma no plano da expressão afeta uma abordagem não contraditória do sincretismo (Hjelmslev, 1968). Essa perspectiva de Floch (1986), e do próprio Hjelmslev (Fiorin, 2009, p.36), pode ser fundada pela apreensão da semiótica verbal, que traz um vínculo intenso entre a oralidade e a plasticidade grafemática. No entanto, acreditamos que a semiótica plástica verbal possui autonomia semiótica. Essa visão está pautada nos trabalhos do Grupo μ e, atualmente, na pesquisa de Pondian (2016), que corroboram a autonomia plástica da linguagem verbal. Então, propomos que a semiótica verbal seria uma semiótica sincrética, em que haveria a suspensão de invariantes nos planos do conteúdo (por fusão), conforme propõe Floch (1986). Já o plano da expressão seria manifestado pelas formas plástico-grafemáticas e orais que poderiam ser relacionadas pelo enunciador de acordo com seu grau de intimidade (Carmo Jr., 2009). Para isso, a hipótese lançada busca na prática da pixação seu objeto de análise.


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27 de ago. de 2018

Palestras do SSU 2018: Lucia Teixeira e Renata Mancini (UFF), 31/08, às 15h, anfiteatro E



Na sexta-feira, 31/08/2018, às 15h, no anfiteatro E da FCL/Araraquara, será realizado o primeiro encontro do segundo semestre do Seminário de Semiótica da Unesp (SSU).

Na ocasião, receberemos as professoras Lucia Teixeira e Renata Ciampone Mancini, da UFF, Niterói (RJ), que vão ministrar, respectivamente, as palestras “O estudo de textos sincréticos” e “A tensão entre sincretismo e hibridismo”.

As inscrições para esse encontro do nosso seminário podem ser feitas até 30/08, por meio do link:
http://pitagoras2.fclar.unesp.br/inscricoes/

A entrada é franca e as inscrições limitadas (60 vagas). Serão emitidos certificados apenas aos inscritos.

6 de mar. de 2018

Conferência "La poésie visuelle à l’épreuve de la théorie des langages syncrétiques", por Jean-Pierre Bertrand (Université de Liège)




No dia 14 de março de 2018, o Prof. Dr. Jean-Pierre Bertrand (Université de Liège) ministrará, na Unesp de Araraquara, às 10h30min, na sala 25 da Faculdade de Ciências e Letras, a conferência "La poésie visuelle à l’épreuve de la théorie des langages syncrétiques: quelques cas belgo-brésiliens". A conferência fará parte das atividades da disciplina de pós-graduação Semiótica do discurso, ministrada pelo professores Matheus Nogueira Schwartzmann (FCLAs/Unesp) e Jean Cristtus Portela (FCLAr/Unesp/CNPq).

A conferência é uma promoção do Programa de Pós-graduação em Linguística e Língua Portuguesa, do Programa de Pós-graduação em Estudos Literários, do Grupo de Pesquisa em Semiótica da Unesp (GPS-Unesp) e do Grupo Projetos Semióticos (FCL/Assis), com apoio do FNRS e da Fapesp, no quadro das atividades do projeto Semiotic approaches to syncretic discourses (processo n. 2016/50473-0), coordenado pelos professores Jean Cristtus Portela (FCLAr/Unesp/CNPq) e Maria Giulia Dondero (FNRS/ULg).

INSCRIÇÕES abertas de 06 a 13/03/2018, pelo link:
http://pitagoras2.fclar.unesp.br/inscricoes/


Sobre o conferencista convidado

Jean-Pierre Bertrand é professor de Literatura dos séculos XIX e XX e de Sociologia da Literatura, na Universidade de Liège (Bélgica). Ele se especializou na história das formas literárias do séc. XIX e publicou em 2006, com Pascal Durand, La modernité romantique: de Lamartine à Nerval  (Impressions nouvelles) e Les Poètes de la modernité: de Baudelaire à Apollinaire (Seuil). Bertrand reeditou textos seminais de autores da literatura "fim de século", como Laforgue, Rodenbach, Dujardin, Schwob e Corbière, e também fez uma edição crítica dos Poèmes en prose de Emile Verhaeren (Bruxelas, AML, 2016, vol. 9 de suas Poésies complètes). Publicou, com Paul Aron, Les 100 mots du surréalisme e Les 100 mots du symbolisme, na coleção  francesa "Que sais-je ?" (PUF) e, em 2015, a Anthologie du surréalisme belge (Impressions nouvelles). Suas obras mais recentes compreendem Inventer en littérature: du poème en prose à l'écriture automatique (Seuil, 2015) e a organização da coletânea Roland Barthes: continuités (Christian Bourgois, 2017), que reúne textos debatidos em um colóquio dedicado a Roland Barthes por ele organizado em Cerisy. Bertrand fez ainda, com Michel Delville, a edição de Eureka, de E. A. Poe (Gallimard, a ser lançada em 2018), e integra a equipe de edição dos Romans et nouvelles de J.K. Huysmans, na Bibliothèque de la Pléiade, sob a supervisão de A. Guyaux e P. Jourde. No momento, prepara uma obra sobre a representação do séc. XIX na literatura francesa, cujo título provisório é Un siècle vaurien.

25 de abr. de 2016

I Jornada do Grupo de Pesquisa em Semiótica da UNESP: "Semiótica da imagem científica"


A I Jornada do Grupo de Pesquisa em Semiótica da Unesp: “Semiótica da imagem científica”, que acontecerá no dia 20 de maio de 2016 no Anfiteatro D da Faculdade de Ciências e Letras da Unesp de Araraquara, será consagrada à vulgarização e à representação da ciência na sociedade contemporânea, tema que alimenta tanto o debate público e político quanto o pensamento crítico, explicitando a complexidade do mundo da pesquisa e da construção do conhecimento.

Abordaremos a vulgarização científica a partir do estudo do funcionamento da imagem no âmbito da comunicação científica, dando especial atenção à interação entre texto verbal e visual na literatura de vulgarização composta por revistas direcionadas a um público especializado e ao público em geral, assim como às relações entre comunicação, arte e ciência, com o intuito de colocar em evidência as especificidades semióticas dos textos e discursos que exploram, de diferentes maneiras, o fazer científico.

Para dar conta da complexidade do tema proposto, lançaremos mão de abordagens oriundas das teorias do discurso, da semiótica discursiva e da semiótica geral, com o objetivo de compreender os mecanismos linguísticos, visuais, retóricos, pragmáticos, cognitivos e passionais que subjazem à comunicação científica.

INSCRIÇÕES abertas de 25/04 a 19/05/2016, pelo link:
http://pitagoras2.fclar.unesp.br/inscricoes/index.php

Inscrições gratuitas. 60 vagas.

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PROGRAMAÇÃO – 20 de maio de 2016

9h30: Abertura.

10h-11h30:

Climatologia em imagens na escola e na rua
Elizabeth Harkot-de-la-Taille (USP)

Origem da vida ou síntese da ribose?: vulgarização on-line e imagem científica
Matheus Nogueira Schwartzmann (Unesp)

12h-14h: Almoço.

14h-15h30:

Imagens do Zika na Pesquisa FAPESP
Jean Cristtus Portela (Unesp/CNPq)

O papel da imagem no texto de reportagem na revista Unesp Ciência
Arnaldo Cortina (Unesp/CNPq)

15h30-16h: Intervalo;

16h-17h30:

Esquema e tabelas nos discursos da linguística e da semiótica: uma análise dos textos de B. Pottier e C. Zilberberg
Antonio Vicente Seraphim Pietroforte (USP)

De l’équation à la "vue d’artiste": de la recherche à la vulgarisation et retour
Maria Giulia Dondero (FNRS/ULg/CNPq)

17h30-18h:

Encerramento
Jean Cristtus Portela (Unesp/CNPq) e Maria Giulia Dondero (/FNRS/ULg/CNPq)


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REALIZAÇÃO

Organizadores
Jean Cristtus Portela (UNESP/CNPq)
Maria Giulia Dondero (FNRS/ULg/CNPq)

Comissão Científica
Arnaldo Cortina (Unesp/CNPq)
Edna Maria Fernandes dos Santos Nascimento (Unesp/CNPq)
João Batista Toledo Prado (Unesp)
Maria de Lourdes Ortiz Gandini Baldan (Unesp)
Matheus Nogueira Schwartzmann (Unesp)

Promoção
Grupo de Pesquisa em Semiótica da Unesp – GPS-UNESP
Departamento de Linguística (FCLAr/Unesp)
Programa de Pós-Graduação em Linguística e Língua Portuguesa
Programa de Pós-Graduação em Estudos Literários

Apoio
CNPQ
UNESP


20 de mar. de 2016

Minicurso “Sémiotique du discours scientifique: du texte à l’image”, por Maria Giulia Dondero (FNRS/ULg, Bélgica)


De 11 a 14 de abril de 2016, acontecerá na Unesp de Araraquara o minicurso “Sémiotique du discours scientifique: du texte à l’image, ministrado pela Profa. Dra. Maria Giulia Dondero (Fonds National de la Recherche Scientifique/Université de Liège), que atuará de março a maio de 2016 no Programa de Pós-graduação em Linguística e Língua Portuguesa da FCLAr/Unesp como pesquisadora visitante do CNPq – Nível 1 (processo n. 403644/2015-1), sob a coordenação do Prof. Dr. Jean Cristtus Portela, do Departamento de Linguística da Unesp/Araraquara, em colaboração com os professores doutores Arnaldo Cortina (FCLAr/Unesp), Matheus Nogueira Schwartzmann (FCLAs/Unesp), Elizabeth Harkot-de-la-Taille (FFLCH/USP) e Antonio Vicente Seraphim Pietroforte (FFLCH/USP).

O minicurso é uma promoção do Programa de Pós-graduação em Linguística e Língua Portuguesa e do Grupo de Pesquisa em Semiótica da Unesp (GPS-Unesp).

Sobre a pesquisadora visitante

Maria Giulia Dondero é pesquisadora do Fonds National de la Recherche Scientifique-F.R.S.-FNRS (Bélgica) e professora na Université de Liège (Bélgica), onde desenvolve pesquisas em semiótica visual, especialmente sobre a imagem científica, artística, religiosa e sobre a argumentação visual na vulgarização científica. É autora de cerca de cinquenta artigos em língua francesa, italiana, inglesa, portuguesa e espanhola; dirigiu cerca de quinze obras coletivas e números especiais de revistas sobre fotografia, imagem científica e subjetividade na imagem. Publicou as obras: Des images à problèmes: le sens du visuel à l’épreuve de l’image scientifique (com J. Fontanille, Limoges, 2012; tradução em língua inglesa: The Semiotic Challenge of Scientific Images: A Test Case for Visual Meaning, Ottawa, Legas Publishing, 2014); Sémiotique de la photographie (com P. Basso Fossali, Limoges, 2011; versão italiana: Semiotica della fotografia. Investigazioni teoriche e pratiche di analisi, Guaraldi, Rimini, 2006, 2008); Le sacré dans l´image photographique: études sémiotiques (Paris, 2009). É co-fundadora e diretora da revista Signata: Annales desémiotiques/Annals of Semiotics, co-diretora da coleção Sigilla (PULg) e também secretária geral da Associação Internacional de Semiótica Visual (AISV) e primeira vice-presidente da Associação Francesa de Semiótica (AFS).

PROGRAMME

Datas e horários: de 11 a 14 de abril, das 14h às 18h.
Local: FCLAr/Unesp, salas 28 (11 e 13/04) e 29 (12 e 14/04).
Número de vagas: 60.

O minicurso será ministrado em francês. Serão fornecidos certificados àqueles que participarem de ao menos três dos quatro encontros.

INSCRIÇÕES abertas de 18/03 a 11 de abril de 2016, pelo link: http://pitagoras2.fclar.unesp.br/inscricoes/index.php

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Résumé
Ce cours vise à explorer le discours scientifique à partir de deux perspectives :
1. La relation entre texte et image. L’image sera étudiée dans ses rapports avec le texte qui l’englobe, ainsi qu’avec le titre, la légende, les encadrés, en faisant référence aux compétences requises par les différents genres et régimes discursifs de la littérature scientifique ;
2. La relation entre les genres discursifs de la recherche (expérimentation) et les genres de la vulgarisation (diffusion des savoirs). En ce qui concerne la vulgarisation, nous prendrons en considération les revues de vulgarisation généraliste et les ouvrages de vulgarisation savante, ainsi que, plus brièvement, la diffusion des connaissances au sein des musées des sciences, qu’on peut concevoir comme un prolongement didactique des genres de la vulgarisation. Dans ce cadre, l’image est confrontée à un contexte complexe : elle est associée à des installations et à des dispositifs qui prennent sens en fonction de l’enchaînement des salles, des parcours prévus/effectués, des expérimentations, de la politique didactique globale du musée.
Pour comprendre la spécificité et la complexité du discours scientifique, et notamment de la vulgarisation, nous le mettrons en relation avec d’autres discours, tels que celui de l’art.

Programme des séances

Premier jour (11/04): “Les statuts des images”
 Cette première journée de cours vise à explorer les notions de texte visuel et de statut des images. Après une introduction sur l’analyse plastique et figurative des images, nous examinerons la notion de statut. Les statuts sont des cadres institutionnels qui nous permettent de rendre signifiantes les images et les textes selon les valeurs qui sont propres aux différentes pratiques interprétatives (art, science, religion, information, etc.). Nous nous pencherons notamment sur deux statuts des images : le statut artistique et le statut scientifique, tout en prenant également en considération les caractéristiques des statuts éthico-politique, documentaire, publicitaire.

Deuxième jour (12/04): “Les systèmes sémiotiques autographiques et allographiques”
 Nous mettrons en comparaison les images scientifiques avec les images artistiques en portant également l’attention sur les caractéristiques des images scientifiques expérimentales telles que les « vues d’artistes », notamment utilisées en astrophysique. Nous emploierons la distinction entre systèmes sémiotiques autographiques et allographiques selon la théorie de Nelson Goodman (Langages de l’art. Une approche de la théorie des symboles, Paris, Hachette, 1990).

Troisième jour (13/04): “L’image entre expérimentation et vulgarisation”
 Nous aborderons la rhétorique des images scientifiques dans l’article de recherche et dans la vulgarisation, en essayant de rendre compte des différentes relations entre texte et image dans les deux macro-genres discursifs. Dans le cas de l’article de recherche, nous nous pencherons sur une analyse méréologique des images, qui nous permettra d’éclaircir la notion de diagramme.  En ce qui concerne le domaine de la vulgarisation, nous explorerons la notion d’autographisation et d’« artification ».

Quatrième et dernier jour (14/04): “La vulgarisation et les pratiques muséales”
Nous avancerons quelques propositions méthodologiques vouées à l’analyse des espaces muséales (musées des sciences) et des pratiques plus généralement. Nous reviendrons sur la relation entre domaine de l’art et domaine de la science en prenant appui sur la vulgarisation muséale comme lieu de médiation entre arts et sciences.

LECTURES RECOMMANDÉES

Sur les statuts de l’image photographique :
Pierluigi Basso Fossali & Maria Giulia Dondero, 2011, Sémiotique de la photographie, préface de Jacques Fontanille, Limoges, Pulim, 407 p. Préface et présentation : https://www.academia.edu/19604577/Sémiotique_de_la_photographie .

Sur les statuts artistique et publicitaire :
Maria Giulia Dondero, 2014, « Les aventures du corps et de l’identité dans la photographie de mode », Actes Sémiotiques, n° 117, « Sémiotique du vêtement, aujourd’hui », (Mathé dir.), URL : http://epublications.unilim.fr/revues/as/4979 .

Sur les statuts en relation au rapport langue/parole :
Maria Giulia Dondero, 2013, « Rhétorique et énonciation visuelle », Visible n°10, « Rhétorique et visualisation scientifique » (Chatenet & Mattozzi dirs.), pp. 9-31. https://www.academia.edu/23151669/Rhétorique_visuelle_et_énonciation .

Sur les systèmes sémiotiques autographiques et allographiques
Maria Giulia Dondero, 2010, « Sémiotique de l’image scientifique », Signata - Annales des sémiotiques/Annals of Semiotics, n° 1, Liège, Presses Universitaires de Liège (PULg), pp. 111-176.  https://www.academia.edu/23149281/Sémiotique_de_limage_scientifique .
Maria Giulia Dondero, 2009, « L’image scientifique : de la visualisation à la mathématisation et retour », Actes Sémiotiques n°112. URL : http://epublications.unilim.fr/revues/as/1653 .

Sur l’image entre expérimentation et vulgarisation
Anne Beyaert-Geslin & Maria Giulia Dondero, 2014, Arts et sciences. Approches sémiotiques et philosophiques des images, Presses Universitaires de Liège, coll. « Cultures sensibles ». Présentation: https://www.academia.edu/19560976/Arts_et_sciences._Approches_sémiotiques_et_philosophiques_des_images.
Maria Giulia Dondero, 2009, « L’iconographie des fluides entre science et art », Le sens de la métamorphose (Colas-Blaise & Beyaert-Geslin dirs), Pulim, Limoges, pp. 255-275. https://www.academia.edu/19622261/L_iconographie_des_fluides_entre_science_et_art .
Maria Giulia Dondero, 2012, « La totalité diagrammatique en mathématiques et en art », Visible n° 9, (Badir & Dondero dirs), pp. 117-138. https://www.academia.edu/23153627/La_totalité_diagrammatique_en_mathématiques_et_en_art .
Maria Giulia Dondero & Jacques Fontanille, 2012, Des images à problèmes. Le sens du visuel à l’épreuve de l’image scientifique, Limoges, Pulim. Présentation : https://www.academia.edu/19604795/Des_Images_à_problèmes._Le_sens_du_visuel_à_lépreuve_de_limage_scientifique .

Sur la sémiotique de l’action
Maria Giulia Dondero, 2014, « Sémiotique de l’action : textualisation et notation », CASA - Cadernos de Semiótica Aplicada, vol. 12, n°1, http://seer.fclar.unesp.br/casa/article/view/7117 , pp. 15-47.
V. Angenot, M. G Dondero, G. Joachim, S. Shirkhodaei, 2013, « Sémiotique de la communication en coprésence et à distance. Du textualisme à la sémiotique des pratiques », Interfaces Numériques, vol. 2, n°3, pp. 531-567. https://www.academia.edu/10974425/Sémiotique_de_la_communication_en_coprésence_et_à_distance._Du_textualisme_à_la_sémiotique_des_pratiques .

7 de ago. de 2015

Ciclo de Conferências “Sémiotique: nouvelles approches, nouveaux objets” (Denis Bertrand e Verónica Estay Stange)

Nos dias 24 e 25 de agosto de 2015 acontecerá o Ciclo de Conferências “Sémiotique: nouvelles approches, nouveaux objets”, com o Prof. Dr.  Denis Bertrand (Université de Paris 8) e a Profa. Dra. Verónica Estay Stange (SciencesPo, Paris).

O ciclo, coordenado pelo Prof. Dr. Jean Cristtus Portela, do Departamento de Linguística da Unesp/Araraquara,  é uma promoção do Programa de Pós-graduação em Linguística e Língua Portuguesa e do Programa de Pós-graduação em Estudos Literários, em parceria com o Grupo CASA e com o Grupo de Pesquisa em Semiótica da Unesp (GPS-Unesp), tendo sido viabilizado pelo Programa de Semiótica e Linguística Geral da USP e pelos professores doutores Waldir Beividas e Norma Discini, responsáveis pela vinda dos pesquisadores ao Brasil.

Sobre os conferencistas

Denis Bertrand, um dos precursores da semiótica discursiva, é professor de Literatura Francesa e Semiótica na Université de Paris 8-Vincennes-Saint-Denis e presidente da Associação Francesa de Semiótica (AFS). Suas pesquisas tratam essencialmente das relações entre Semiótica, Fenomenologia e Retórica, por meio do estudo de textos literários e midiáticos. É autor de Parler pour convaincre (Gallimard, 1999), de Précis de Semiótique Littéraire (2000, trad. bras. Grupo CASA, “Caminhos da semiótica literária”, 2003) e de Parler pour gagner (Presses SciencesPo, 2007), entre outros.

Verónica Estay Stange é professora de Semiótica na SciencePo (Paris, França). Tradutora de artigos e livros, alguns deles clássicos na área, do espanhol para o francês e do francês para o espanhol, publicou vários artigos em periódicos das áreas de Linguística e Literatura e é autora de Sens et musicalité: Les voix secrètes du symbolisme (Classiques Garnier, 2014).

DATAS E HORÁRIOS: 24/08, das 14h às 18h30, e 25/08, das 8h às 18h30.
LOCAL: FCLAr/Unesp, Sala 26
Vagas: 85

As conferências serão ministradas em francês. Serão fornecidos certificados àqueles que participarem de ao menos quatro do total de seis conferências.

INSCRIÇÕES abertas de 11 a 21 de agosto, pelo linkhttp://pitagoras2.fclar.unesp.br/inscricoes/index.php


PROGRAMAÇÃO

24/08 (segunda-feira):

- 14h às 16h: Sémiotique : énonciation et générativité, est-ce un oxymore ?, Denis Bertrand;

- 16h30 às 18h30: La musicalité, à la croisée des arts. Hypothèse sémiotique, Verónica Estay Stange.


25/08 (terça-feira):

- 8h30 às 10h00: Sémiotique des médias: Denis décode, Denis Bertrand;

- 10h30 às 12h: Sémiotique, histoire, mémoire : le problème de la post-mémoire, Verónica Estay Stange;

- 14h às 16h: Entre littérature et arts plastiques : la transversalité sémiotique, Denis Bertrand;

- 16h30 às 18h30: Fondements haptiques de l'énonciation, Verónica Estay Stange.


Leituras recomendadas

- “Reflexões sobre a perspectiva gerativa em semiótica”, Denis Bertrand e Verónica Estay Stange;