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14 de out. de 2020

Confira a entrevista que o Prof. Dr. Jean Cristtus Portela deu à Rádio FCL

O Prof. Dr. e coordenador do curso de pós graduação em Linguística e Língua Portuguesa, Jean Cristtus Portela, concedeu uma entrevista à Rádio FCL sobre o GPS (Grupo de Pesquisa Semiótica). Na entrevista o professor falou sobre a disciplina semiótica, seus avanços e representações na contemporaneidade. Ouça pelo link: Entrevista

3 de jun. de 2013

A reprodução artificial dos processos sensoriais humanos.

A ciência reproduz as capacidades sensoriais humanas no projeto do robô ROMEO, que é desenvolvido pela empresa de robótica parisiense Aldebaran robotics em parceria com os semioticistas do CeReS (Centre de Recherches Sémiotiques) da Universidade de Limoges. O aparelho visual humano processa as quantidades físicas do mundo natural como qualidades sensíveis. No caso do robô ocorre o inverso, a máquina reconhece as qualidades sensíveis das dimensões espaço-temporais como quantidades, já que os formantes visuais (cromáticos, eidéticos ou topológicos) precisam ser convertidos em equações lógico-matemáticas para que a máquina simule a visão humana. Este vídeo, feito durante a conferência Les robots humanoïdes comme compagnon. Quelles limites ?, ministrada pelo prof. Didier Tsala-Effa na Biblioteca Multimídia de Limoges, mostra como o robô percebe os objetos mostrados a ele e simula a sensório-motricidade humana ao aproximar-se ou afastar-se da presença do objeto.

https://www.youtube.com/watch?v=JXo0oJL6Q24

20 de mai. de 2013

Conferência: Les robots humanoïdes comme compagnon. Quelles limites? (Projeto ROMEO)

Fonte: CeRes/Unilim
Segue o link da conferência Les robots humanoïdes comme compagnon. Quelles limites? ministrada pelo prof. Didier Tsala-Effa. O evento foi realizado no dia 14/03/2013 na Université de Limoges e está relacionada com o projeto ROMEO, sob coordenação do pesquisador. 

Link: http://www.unilim.fr/Videos-des-conferences (assistir a Conférence 14 Mars 2013) 

Fonte: CeRes/Unilim
Resumo da conferência: As tecnologias são formais, mas nos próximos anos nós viveremos junto de robôs humanoides não como meros brinquedos ou aparatos eletrônicos, e sim como uma opção alternativa de companhia, seja esta animal ou humana. Pode servir a múltiplas aplicações, por exemplo, como um assistente para pessoas com perda de autonomia, ou daquelas portadoras de certos tipos de doenças, como o autismo. O que é isso exatamente? Embora seja claro que o robô humanoide nunca pode substituir o ser humano, que continua a examinar as condições destas novas relações a serem consideradas. O que, em que aspectos e, especialmente, que condições implicariam risco de danos à humanidade da pessoa? A conferência, sob um viés semiótico, pretende contribuir para iniciar essa discussão.