14 de mar de 2017

Minicurso "Linguistique et sémiotique: de l'immanence à la sémiotique des genres"




Nos dias 20 e 21 de março de 2017, será oferecido na FCL/Araraquara o minicurso "Linguistique et sémiotique: de l'immanence à la sémiotique des genres", ministrado pelo Prof. Dr. Alessandro Zinna (Université Toulouse II « Jean Jaurès » ).

O minicurso é uma promoção do Programa de Pós-graduação em Linguística e Língua Portuguesa e do Grupo de Pesquisa em Semiótica da Unesp (GPS-Unesp).

Datas e horários do minicurso: de 20 a 21 de março, das 14h às 17h.
Carga horária total: 6h
Local: FCLAr/Unesp, Anf. D.
Número de vagas: 60.
O minicurso será ministrado em francês, sem tradução para o português.

As inscrições estão abertas até 17 de março, pelo link: http://pitagoras2.fclar.unesp.br/inscricoes/index.php


Sobre o ministrante

Alessandro Zinna é professor titular de semiótica na Université Toulouse II « Jean Jaurès », diretor do laboratório Médiations Sémiotiques, atual responsável pelo Colloque d’Albi e Secretário da Federação Românica de Semiótica. Doutorou-se na Università di Bologna, sob a orientação de Umberto Eco, e atuou como pesquisador no laboratório de A. J. Greimas na EHESS/Paris. É autor de Elementi di Semiotica generativa (em colaboração com Francesco Marsciani, ed. Esculapio, 1991), e organizou Hjelmslev aujourd'hui (ed. Brepols, 1997), Les objets au quotidien (em colaboração com Jacques Fontanille, PULIM, 2005), e La inmanencia en cuestión, vol. I-III (com L. Ruiz Moreno, Tópicos del Seminario,  n° 31, 32, 33, 2014-15).


Programação

20/03 - Archéologie et immanence.
L’archéologie est une méthode immanente visant à dépasser la fermeture du texte. À partir d’une reconstruction de l’immanence en sémiotique, cet essai se propose de montrer que l’archéologie se propose de sortir de la fermeture du texte sans pourtant déroger du principe d’immanence.

21/03 - Formations sémiotiques et genres de discours.
Dans cette recherche nous introduisons une approche dynamique de la culture tout en intégrant le discours, les objets et les pratiques en tant que parties d’une même « formation sémiotique ».
Proposé à l’origine par Michel Foucault, ce concept de « formation discursive" est ici reformulé et étendu afin d’interroger l'archéologie des formations. La seconde partie s’interroge sur les genres de discours récent : en particulier les contraintes de la publicité, de l’information et du spectacle.

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